segunda-feira, 17 de setembro de 2007
sábado, 25 de agosto de 2007
Blue Cloud (imagem), Universo Paralelo (Poesia). Projeto Buchstabieren

Universo Paralelo
Por Guilherme Gustavo Henschel
Vivendo na realidade passional
Vivendo em um sonho distorcido
Vivendo em um pesadelo real
Vivendo em um mundo adormecido
Não sei, talvez, uma possibilidade
Um universo paralelo, normalidade
Sonhando com uma praia deserta
Com amigos, com alegria, enfim.
Sonhos de um holocausto, o fim.
Um livro branco, a possibilidade aberta.
Não sei, talvez, uma possibilidade
Um universo paralelo, normalidade
Sonhos de um deserto com uma praia
Sem nada, sem vida, sem fim.
Se escondendo do sol que se vira a mim,
Sonhando com colinas na terra maia.
Não sei, talvez, uma possibilidade
Um universo paralelo, normalidade
Vivendo no vazio do universo.
Vivendo no universo paralelo.
Vivendo em um dia...
Vivendo sem alegria,
Vivendo sob um sol amarelo.
Vivendo em mundo reverso.
Não sei, talvez, uma possibilidade
Um universo paralelo, normalidade
Sob o sol de um novo amanhecer,
Procurando não me esquecer,
Do universo paralelo que criamos,
Do universo paralelo que moramos,
Do fim, do começo, do deserto,
Do errado, do erro, do acerto, e do certo.
quinta-feira, 23 de agosto de 2007
Projeto "Buchstabieren"
A ideia do Buchstabieren é Basica "Buchstabieren, o Dominador da Magia".
Ele ocorrerá Aqui nesse Blog. No meu fotolog. E no meu DeviantArt.
A primeira Obra Foi "Buchstabieren Sie, Bitte!" em fim. Sempre que alguma novidade ocorrer ela estará sendo postada aqui como pelo menos um aviso.
Obrigado a todos,
Henschel.
terça-feira, 14 de agosto de 2007
Elfos dos Ventos: A Salvação, Parte III
Elfos dos Ventos: A Salvação
Parte III: A Viagem
A estrada gélida que beirava os pântanos trazia as lembranças do passado, as aventuras, as emboscadas, as canções e as amizades. Tudo havia desaparecido com o tempo, novas canções foram escritas e novas amizades feitas, mas o passado e aventuras dele havia a tempo sumido.
A neve e o gelo cobriam as margens da água verde, lamacenta e fétida do pântano. Ela também mostrava o caminho que estávamos percorrendo fazia algumas dezenas, talvez três, ou mais. Pude escutar os cascos alheios vindo da direção oposta ao trajeto que havíamos percorrido. Também pude notar que a conversa de três homens, os quais montavam os cavalos, se referia a minha captura, não havia jeito, nós iríamos nos encontrar, de um jeito ou de outro.
Desmontei do meu cavalo e o amarei em uma arvore. Aconselhei Lorien a fazer o mesmo, ela o fez. Saquei meu sabre olhando fixamente de onde vinham as vozes. Quando o primeiro homem apareceu na linha de visão, pude perceber que não se tratava de simples caçadores de recompensas, se tratavam dos melhores que o dinheiro pode pagar.
Um guerreiro disciplinado para as mais perigosas guerras, provindo dos povos bárbaros do deserto. Possuía o Destruidor Selvagem, um Machado Grande criado apenas com um objetivo: Matar, Pilhar e Destruir. Ele, o bárbaro, se chamava Godar Sal. Seus cabelos longos e castanhos eram embaraçados, sua pele totalmente ressecada e cheia de cicatrizes, seus olhos não tinham mais o brilho de um jovem guerreiro.
O segundo homem era o pior pesadelo de um mago. Tratava-se do “Vingador”, apelido ganho depois de matar todos os magos de sua cidade logo após a queda. Ele não envelhecia, não morria, simplesmente matava. Os cabelos cinza e curtos, a cicatriz e seu único olho demonstravam sua experiência, e dor. Sua única arma: Os punhos. Ele não confiava em nada, nem na sua própria sombra.
O terceiro era um rapaz novo. Na verdade já havia tomado ele como pupilo certa vez. Leonard VonZenheit, um Warlock. Sua habilidade com armas e com magia impressionava muitos. Sua arma era uma Espada Larga, uma relíquia na verdade, era conhecida com “A Ladra”, a lâmina negra possuía nove pedras preciosas incrustadas, seis ônix e três esmeraldas. Sua armadura completa, feita com um minério negro e com detalhes em prata, deixava apenas o rosto e os cabelos loiros amostra. Seus olhos verdes queimavam em vingança pelo que o rei havia feito com sua família.
terça-feira, 7 de agosto de 2007
She & Ele
She & Ele
She is lost to never be seen again.
She finds her self lock in her room.
He never forgot the searing pain.
He looks for her when he sees the moon.
Ah! Incontáveis histórias sobre amor.
Oh! Será que um dia eles se encontrarão?
Por mais que tudo parecesse certo, não.
Nada além de um rápido e forte calor.
She remains waiting at the windows frame.
He never finds anything to think, to blame.
She light up a candle every night, and day.
For him is nothing, just some foolish play.
A dor da espera, longa espera lúcida.
Nunca para ser vista pela chama vívida
Flama de paixão e irrealidades passionais.
Procurando novos motivos lucidamente racionais.
Until one day he stops looking the flame
And she no more has wait for him in the frame.
One day they fond themselves face to face,
But then, there was no trace of love, no trace.
Um dia nada é como parece, o amor acaba.
Ele nunca achou amor algum em sua procura,
Ela acabou trocando esperanças por luxúria.
Uma noite um amor novo chega em uma nova capa.
segunda-feira, 30 de julho de 2007
Elfos dos Ventos Parte II
Link para o .pdf Elfos dos ventos Parte 2
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Elfos dos Ventos, A Salvação
Parte II: A Fuga
Minha mala era, sempre, preparada para uma fuga rápida. Estava acostumado com as calorosas buscas por tavernas; ruínas; castelos; enfim, em qualquer lugar. Os meus inimigos, que não eram poucos, tinham essa mania inconveniente. Isso me faz lembrar certas histórias e estórias, como o fim trágico de uns amigos meus, ou as mentiras que contava nas caravanas. Bom, isto não importa. O que realmente importa é que ali estava eu saindo pelas portas dos fundos novamente, indo para o estábulo nos fundos para pegarmos dois cavalos.
O estábulo era com tudo naquela terra, destruído. A Noite Profunda tinha feito seu trabalho no estábulo, diferente da taverna. Ele era simples, apenas um telhado feito para proteger os cavalos da neve, paredes de pedra para manter a temperatura, um pouco de feno, e sete cavalos vivos, dois estavam mortos nos fundos da construção.
Peguei meu cavalo, bom, não exatamente meu. Ele tinha uma coloração branca, naquela época, olhos verdes expressivos e brilhantes. Sua crina reluzente parecia ser tocada pela própria Illiriel, enquanto sua estrutura resistente deveria ser provinda da linhagem do próprio cavalo de Sohvar. Por acaso Lorien não tinha um cavalo, não achei estranho. Disse que o dono do cavalo que ela pegasse não se preocuparia com ter sido roubado.
Pegamos o caminho até Laurin, lá deveríamos encontrar refugio e suporte amigo. Saímos do estábulo montados nas ótimas selas imperiais, que ali estavam, pegamos uma rota para no oeste. Enquanto nos afastamos com mala, cavalos, armas, corpos e almas, o estábulo pegava fogo de maneira misteriosa. Então mais uma vez o teto precioso do local deveria ser reconstruído.
Eu sabia para onde íamos, mas ela não. Na verdade iríamos para o lugar onde meu mais influente inimigo residia, passaríamos dias sob o nariz dele, então seguíramos nordeste até o deserto. Eu simplesmente precisava pegar algumas coisas com um amigo, depois, ninguém consegue chegar ao deserto pelos pântanos da Costa dos Ventos.
domingo, 15 de julho de 2007
Elfos dos Ventos, Parte I
Parte I: A Tarvena em Carintash
Em .pdf
Com as montanhas a leste e a cidade murada mais próxima a três dias de viagem a cavalo, aquela taverna era muito bem vinda. Na verdade, sua própria existência no meio de ruínas da cidade de Carintash era um mistério. Lendas dizem que o dono era um mago poderoso antes do Ano das Calamidades, outros falavam de um pacto com um demônio que residia ao norte em um castelo negro. Posso jurar que ambas estão erradas, sai mais de cinco vezes daquela tarvena sem pagar se quer uma moeda. E pretendia faze-lo novamente, só que desta vez acompanhado por uma donzela elfíca.
Desculpe-me, esqueci de mencionar que criei certa... amizade com Lorien, uma amizade um pouco intima demais se entende o que quero lhe dizer, mas ainda não somos tão íntimos para aquilo caro leitor ou leitora, não seja apressado, as coisas não funcionavam assim aqui
Bom a Época das Sombras já haviam acabado há aproximadamente trinta anos, ou mais não saberia dizer, só sei que mesmo depois deste tempo eu continuava a fugir, pelo menos aqui no mundo físico. Minha tarefa é levar alegria, musica e diversão para todos os lugares. Tudo bem, eu também tenho de garantir que as estradas fossem seguras, mas isso é tão difícil, é muito mais divertido só tocar minha harpa, e não se preocupar com o mundo.
Em um não tão belo dia, dois viajantes chegaram à taverna. Ambos usavam túnicas negras com bordas prateadas, capuzes que lhe cobriam o rosto, e garanthir como armas. Garanthir só podem significar três coisas nessa terra pós caos: assassinos cruéis; clérigos de Aslorg; Drows não convertidos ao caos. Ou seja, os 3 podiam ser verdade ao mesmo tempo, na verdade queria que fossem a segunda opção, mas minhas preces, para mim mesmo, não foram atendidas.
Quando o primeiro viajante retirou o capuz, revelando os cabelos prateados e a pele negra reluzente, o segundo desembainhou a garanthir. O primeiro a reagir foi um halfling que se escondeu atrás de um sofá velho, o velho taverneiro pegou uma besta pesada armada que se encontrava abaixo do balcão. Os outros que estavam perto, não tiveram sorte, acabaram ficando estáticos, pasmo diante da situação.
- Procuramos a Última – falou o primeiro – caso ela apareça nós não teremos que matar mais ninguém.
- Quem seria a última? – perguntou o taverneiro.
- A última sobrevivente da tribo de elfos do sul – retrucou sorrindo – a última da sobrevivente dos Elfos dos Ventos.
- Isso é uma bobagem – sorri enquanto caminhava até os assassinos – eles estão todos mortos, confiem nesse velho bardo.
- Laucian, você deveria saber que nós, drows, não brincamos – falou o segundo.
Aquela voz, eu a conhecia, era de algum drow que eu já havia encontrado, mas o que realmente me deixou indignado era que ele havia me reconhecido. Eu matinha meu rosto real escondido desde que à era das trevas haviam acabado.
- Você não reconhece aquele que você quase tirou a vida? – falou novamente, enquanto retirava o capuz lentamente.
- Devo dizer que a já ceifei a vida de muitos caro... – falei tentando relembrar o nome de alguém – poderia ser nomeado deus da morte, mas Mertis ficaria muito zangado comigo. E quem acabaria morto seria eu.
- Bom se não se lembra de mim não fará diferença – falou olhando para mim, na verdade não bem olhando, mas sim virando o rosto sem olhos – Deverei dizer que, há trinta anos, que espero por esse momento, um momento de vingança, então...
Que sorte, na verdade pena, ele foi interrompido na metade sua frase pela lamina gélida da elfa. Cabeça para um lado corpo para o outro. E não foi diferente para o outro, que tentava fugir. Lorien tinha feito um bom trabalho.
Ela me agarrou pelo braço e me levou pelos corredores frios até o que seria o seu quarto. Repentinamente me sentiria animado, se não fosse a espada longa que se encontrava, ainda, na mão direita. Meu coração batia forte, na verdade, ele compunha sozinho uma melodia pretensiosa, composta apenas de tambores. Quando a porta se fechou nas minhas costas, meu coração retornara ao ritmo normal, sabia que algo ia acontecer. Será que era verdade que elfas ficavam excitadas depois de um banho de sangue? Duvidava muito, mas estava prestes a querer muito descobrir. Foi então que um beijo calou meus pensamentos. E logo voltou quando fui deixado na abismo do esquecimento.
Como se fosse mágica as malas de Lorien estavam arrumadas, e prontas para sair. Houve um debate sofrido – porém rápido - para descobrir de quem era a culpa dos assassinos. E foi ali que escapuliu do preço sobre minha cabeça. Ela não ficou contente por saber que o rei estava pagando trinta mil moedas pela minha cabeça, na verdade eu também não fiquei quando descobri.
Na verdade o grande motivo da preocupação era que a nevasca havia se dissipado e que guardas reais poderiam estar vindo para Carintash. Deveríamos sair logo dali, e foi o que fizemos.